Caio “napz” Sousa, um dos líderes da Seleção, time semifinalista do Red Bull Campus Clutch, por pouco não conseguiu colocar o time na grande decisão da competição. Em entrevista ao VALORANT Zone, ele mostrou que desejo de competir não falta, e que isso é algo que está presente na rotina dele e dos companheiros de equipe desde o lançamento do jogo.
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“Acho que ninguém via como brincadeira. Todos estão no cenário competitivo desde o começo do VALORANT. Somos amigos que se juntaram para esse campeonato, mas levamos a sério todas as partidas e vamos continuar com isso”, disse o jogador.
Apesar de estar competindo por uma equipe universitária, napz mostra que ele e os companheiros de time já respiram competição e contam com experiência em organizações relevantes para o cenário de VALORANT. Tudo isso, no entanto, começou na época em que ele jogava ao lado de Maurício “boltiNxd” Mei na Jaguares.
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Na época, ele foi inspirado pelo manager do time, que falou sobre o campeonato e fez despertar o interesse dos atletas. Entretanto, ainda restava encontrar as peças que faltavam para o time ir em busca de uma vaga no mundial do Campus Clutch. Por fim, adicionaram Lucas “Katojin” Kato, João “JotaM” Murad e Lucas “Furlan” Furlan.
Assim como todos os outros jogadores que estiveram presentes no torneio da Red Bull, eles tiveram a oportunidade de jogar com atletas de idade semelhante e que ainda estão em busca de um sonho no cenário profissional de VALORANT. Por isso, napz destaca a importância de um torneio voltado para atletas mais jovens
“Acredito que um campeonato universitário pode ajudar o competitivo revelando novos jogadores. Querendo ou não, nosso cenário é lotado de talentos, e pode ser um desses campeonatos que vai aparecer um novo jogador”.
A ida da Seleção para a faze sul-americana do Red Bull Campus Clutch bateu na trave. O time perdeu na semifinal para a Odin e Amigos, equipe que conquistou o título na sequência. Entretanto, mostrou que o grupo entrou tranquilo e sem sentir a pressão de um jogo decisivo, sabendo que lá foram seria algo muito mais intenso.
“Com a pressão, não sentimos muito. Acredito que já jogamos tantos campeonatos que acabamos ficando mais tranquilos na fase online. Agora, lá fora, em um presencial mundial, sentiríamos muito mais, pois seria algo totalmente novo do que já experimentamos”.



