Paula “bstrdd” Naguil voltou a conquistar um título de Game Changers Brazil após vencer a Team Liquid no Stage 2 da competição realizado na última quarta-feira (8). Apesar de ser um dos destaques da grande final, a duelista do MIBR revelou em entrevista exclusiva ao VZone que está sofrendo com tendinite na mão e jogou no sacrifício. “Está sendo difícil, mas eu nunca desisti, nunca fiquei tiltada por isso”, destacou.
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APESAR DO TÍTULO, TRABALHO AINDA NÃO ESTÁ FEITO
O MIBR conquistou o primeiro título de GC com a nova lineup anunciada para a temporada 2026. Este é o quarto título de bstrdd com um elenco diferente, mas a chilena garante que o trabalho ainda não está feito. A duelista diz estar feliz com o resultado, ainda que o foco é vencer o Stage 3 e garantir vaga no mundial inclusivo.
“Eu acho que deu um alívio no final, porque eu não estava conseguindo jogar o meu jogo nos últimos dois mapas. Mas deu um alívio sim. Obviamente não foi um hype tão grande assim, porque ainda é o split 2, mas mesmo assim é uma conquista muito, muito top para a gente, porque a gente sabe que a gente consegue, a gente pode, a gente quer e a gente merece. Então foi bem legal ganhar delas, mas não é no bom sentido, acho que é mais para a gente mesmo” — destacou.
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CAMPEÃ NO SACRIFÍCIO
Apesar de ser um dos principais nomes da decisão, bstrdd revela que não está na sua melhor forma física. Dessa forma, a duelista afirmou ter desenvolvido uma tendinite e precisou passar por fisioterapias para conseguir ter o melhor desempenho possível na final.
“Inclusive estou com tendinite, então minha mão não está tão legal, estou fazendo físio uma vez por semana, inclusive fiz duas vezes essa semana, porque minha mão está com dor a primeira vez. Está sendo difícil, mas eu nunca desisti, nunca fiquei tiltada por isso, eu consigo jogar de boa, mas estou cuidando bem da minha saúde, do meu físico, então estou bem tranquila” — Afirmou.

EXPECTATIVAS PARA O CHAMPIONSHIP NO BRASIL
Por fim, bstrdd comentou sobre as expectativas para a disputa do Game Changers Championship que será disputado no Brasil na edição 2026. Cotada como uma das possíveis representantes do país no torneio mundial, a chilena diz que está ansiosa e focada para o evento. “Eu realmente quero muito chegar no Mundial e ganhar ainda mais no Brasil, com a torcida brasileira, eu vou trazer os meus pais também, se tuder certo.
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Pensando nisso, a duelista destaca o que é necessário ser feito para que o MIBR supere a Liquid e consiga a vaga direta para o GCC e mostrou confiança em sua equipe.
“Eu acho que a gente tem que ter mais constância nos treinos, a gente joga mais sérios os campeonatos, mas eu acho que tem que ter essa constância nos treinos, e praticar, não só no antieco, que a gente só perde no antieco. Mas, é isso, continuar trabalhando como a gente está trabalhando ainda mais, porque obviamente vamos voltar mais forte, querendo muito, normal, mas a gente continuar trabalhando, vai dar bom”
“No ano passado a gente quase ganhou também, no Stage 3 não vai ser diferente dessa vez, a gente vai pelo menos fazer… pelo menos fazer… o que eu estou falando? A gente vai ganhar esse Stage 3!”, finalizou confiante.



