A Leviatán superou a FURIA por 2 a 1 de virada na última quinta-feira (14), em partida válida pelo VCT Americas 2026, e o brasileiro Rodrigo “spikeziN” Lombardi não escondeu a satisfação com o resultado. O jogador destacou a recuperação da equipe durante a série e rasgou elogios ao capitão Francisco “kiNgg” Aravena, que foi determinante no mapa decisivo.
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A virada aconteceu no VCT e contou com um placar elástico de 13 a 1 na Pearl, mapa que encerrou a série a favor da Leviatán. O desempenho do time surpreendeu pelo domínio demonstrado diante de uma das equipes mais fortes do cenário sul-americano, e o resultado mantém a Leviatán viva na briga por uma vaga no VALORANT Masters London 2026.
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O DIA DO KINGG
Um dos pontos altos da coletiva de spikeziN foi a forma como ele descreveu o desempenho do capitão kiNgg na Pearl. Com um placar individual de 20 abates para apenas 3 mortes, o líder da Leviatán foi praticamente intocável durante o mapa decisivo. Para spikeziN, esse tipo de performance individual é parte da identidade coletiva do time.
“Todo mundo tem muita mira para amassar, então confio em cada um deles igualmente. Cada dia pode ser um que amassa”, afirmou o jogador, deixando claro que a equipe funciona como um conjunto onde diferentes atletas podem se destacar em diferentes momentos. Sobre kiNgg especificamente na Pearl, spikeziN foi direto: “Era o dia do cara. Não tinha o que fazer com ninguém.”

A VIRADA NA PEARL
SpikeziN também explicou o que aconteceu durante o 13 a 1 na Pearl sob a perspectiva emocional da partida. Segundo ele, quando a Leviatán começou a encadear rounds positivos, o adversário foi gradualmente cedendo terreno, e o fator psicológico pesou muito na performance da equipe ao longo do mapa.
“Quando um time tá indo muito bem, o adversário vai caindo. A gente tava subindo, subindo, subindo. Então esse fato emocional também ajudou muito a gente”, explicou. O jogador demonstrou surpresa com a própria fluidez do resultado, descrevendo como os rounds foram se acumulando de forma quase natural até o placar histórico se consolidar.
LIÇÃO APRENDIDA CONTRA A LOUD
Parte da explicação para a virada na Split, primeiro mapa da série, passou por uma mudança de postura que a Leviatán adotou após uma derrota anterior contra a LOUD. SpikeziN revelou que o time havia jogado de forma muito passiva naquela ocasião e que isso custou caro, o que motivou uma mudança de mentalidade para os confrontos seguintes.
“A gente tava jogando muito passivo, a gente tomou aquela virada. Então a gente falou: não vai se repetir mais, nunca mais”, disse. Ele também contou que o técnico Onur interveio com uma pausa durante o ataque na Split para reorientar a equipe a jogar em um ritmo mais rápido, o que foi decisivo para a Leviatán retomar o controle e virar a série.
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OLHOS NO MIBR E NO MASTERS LONDON
Com a vitória garantida, a atenção da Leviatán já se volta para o próximo desafio: um confronto decisivo contra o MIBR nesta sexta-feira (15), com vaga no VALORANT Masters London 2026 em jogo. SpikeziN reconheceu que o time ainda precisa resolver questões táticas, especialmente na Breeze, mapa que pode aparecer na série.
“A gente tem que arrumar a nossa Breeze. Os nossos outros mapas estão muito bons. E continuar trabalhando, continuar sempre. Amanhã vai ser um grande dia”, finalizou o jogador, demonstrando confiança no elenco e na preparação da equipe para o duelo que pode garantir presença no torneio internacional.



