Apesar de ser uma lenda brasileira no Counter-Strike, Gabriel “FalleN” Toledo nunca escondeu que gosta de jogar DOTA 2 nas horas vagas. O IGL da FURIA comentou sobre sua relação com o MOBA e aproveitou a oportunidade para fazer um apelo aos jogadores brasileiros e sul-americanos, incentivando a formação de equipes competitivas capazes de alcançar o The International.
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Durante uma entrevista com o youtuber SirActionSlacks, FalleN revelou que joga DOTA há muitos anos e que continua jogando regularmente. Segundo ele, possui aproximadamente 4.600 mil pontos de MMR e costuma atuar como suporte, utilizando heróis como Shadow Demon, Invoker e Oracle.
No principal momento da conversa, SirActionSlacks pediu que o jogador mandasse uma mensagem de incentivo à comunidade sul-americana de DOTA 2, que enfrenta dificuldades para conquistar espaço no cenário internacional.
Em sua resposta, o brasileiro destacou que a região já demonstrou capacidade de competir em alto nível, mas ressaltou que os jogadores precisam deixar as diferenças de lado para construir equipes mais fortes.
“Precisamos de mais representantes no The International. Times brasileiros já mostraram bons resultados diversas vezes. Podemos alcançar ainda mais, eu acredito em vocês. Vamos deixar o ego de lado, montar bons times e trabalhar em direção ao nosso objetivo.”
A TRAJETÓRIA DA AMÉRICA DO SUL NO COMPETITIVO DE DOTA 2
A América do Sul possui um histórico de participações importantes no cenário internacional de DOTA 2. Em 2017, a brasileira SG e-Sports surpreendeu ao derrotar a Team Secret no Kiev Major, resultado que se tornou um dos momentos mais marcantes da história do país na modalidade. Organizações como paiN Gaming e Infamous também ajudaram a ampliar a presença da região nas principais competições.
Nos anos seguintes, o Peru assumiu o protagonismo sul-americano. Em 2019, a Infamous terminou o The International entre as oito melhores equipes do mundo, enquanto jogadores como Héctor “K1” Rodríguez, Elvis “Scofield” Peña e Steven “Stinger” Mamani se consolidaram entre os principais nomes da região.
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O auge aconteceu no The International 2022, quando a Thunder Awaken ficou entre a quinta e sexta colocação, o melhor resultado de uma equipe sul-americana na história do torneio até então. Na mesma edição, a beastcoast terminou entre as oito melhores, reforçando a evolução do cenário peruano.
Apesar desses resultados, a região ainda enfrenta dificuldades para manter equipes competitivas de maneira consistente no mais alto nível.



