A LOUD finalmente reencontrou o caminho das vitórias no cenário competitivo de VALORANT. Em uma série marcada por atuações individuais explosivas e a estreia de Miguel “Bati” Batista como substituto de Roberto “erde” Lobos, a organização brasileira garantiu um triunfo importante contra a ENVY para aliviar a pressão no início do VCT Americas 2026: Stage 1.
Assim, em entrevista exclusiva ao VZone, o duelista Leandro “Virtyy” Moreno abriu o jogo sobre seu desempenho individual, a dinâmica de liderança com a entrada do assistent coach português e o que a torcida pode esperar para o clássico brasileiro contra o MIBR na próxima rodada da competição.
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Apesar da vitória, Virtyy foi sincero ao avaliar sua própria performance. O jogador admitiu que, embora venha treinando em alto nível, não conseguiu replicar seu máximo dentro do servidor nesta série. No entanto, o duelista destacou que o coletivo foi carregado por atuações inspiradas de seus companheiros e que está disposto a se sacrificar pelo time.
“Hoje aconteceu que o Darker e o luk xo estavam em outro nível, cara. Foi muito lindo de ver! Eu gosto muito dos dois, do Darker em principal. Tenho muito tempo jogando com ele e estou muito feliz que ele finalmente teve sua vitória e jogou desse jeito, mano. Eu amo ele como irmão. Se eu preciso ir -10 ou -20 em toda partida para ele ficar +40, eu faço. Faz parte do jogo” — Comentou.
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Uma das grandes surpresas foi a atuação de Bati, que deixou o cargo de staff para atuar como complete no lugar de Erde. Segundo Virtyy, a transição foi natural, tendo em vista que Bati já atuava muito próximo aos jogadores e à estratégia da equipe, tornando-se a opção mais lógica para esse momento.
“O Bati é uma pessoa muito trabalhadora. Desde que ele entrou no time, ele marcou muito e ajudou muito o nosso desempenho. Ele tem muito tempo trabalhando perto do Erde, porque ele também era IGL na sua época de jogador. E foi bem recente que ele deixou de jogar e virou staff. Então, ele sempre arrumava as coisas, ajudava com a estratégia, tudo. Ele sempre tava muito perto do time” — Destacou.

PRESSÃO INDIVIDUAL E RECADO PARA OS CRÍTICOS
Questionado sobre o peso de representar a LOUD em meio a tantas mudanças, Virtyy demonstrou uma mentalidade resiliente. Para ele, a pressão externa não afeta seu foco principal: seu próprio desempenho.
“Eu tenho uma oportunidade única que muitas pessoas querem ter, que é jogar videogame e ser profissional. Se você entra com essa mentalidade (de pressão), sempre vai jogar contra si mesmo”, afirmou o jogador.
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A LOUD agora vira a chave para o confronto contra o MIBR, um dos maiores clássicos brasileiros. Virtyy projeta um jogo de alta intensidade, mas mantém a filosofia de focar no próprio processo. “O jogo continua sendo igual, os bonecos são iguais. O único que muda é quem está na nossa frente”, pontuou.
Por fim, Virtyy encerrou agradecendo aos fãs, amigos e familiares que o apoiam nessa jornada como atleta profissional, mas não poupou os críticos e prometeu que ainda vai dar a volta por cima no Tier 1 de VALORANT.
“Eu sei qual é a minha relação com a torcida da LOUD, não é a melhor, mas sou muito grato. Um jogo mau não me define. Daqui a pouco eu vou voltar e vou mijar na cara de todo mundo”, finalizou.



