Giulia “lissa” Lissa veio a público solicitar bandeira branca entre a comunidade brasileira de VALORANT e Amy “amy” Lai, jogadora da G2 Gozen que se envolveu em polêmica com o MIBR na última quarta-feira (26).
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Por meio de seu perfil oficial no X (antigo Twitter), a jogadora do MIBR destaca que entende a relação saudável do ‘trash talk’, famoso ato de tentar desconcentrar os adversários com conversas durante o jogo. No entanto, após encerrada a partida contra a G2, não há mais motivos para a comunidade perseguir a holandesa.
“Galera, eu sei que eu mesma engajei com o trash talk, mas sempre deixei claro que esse tipo de coisa é exclusivamente dentro de jogo e sobre jogo. Vendo agora os tweets, sei que essa treta passou do limite. A gente não sabe da intenção de ninguém, vamos ser mais gentis, pois o jogo já passou, ela já pediu desculpas e seguimos” — Destacou no X.
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ENTENDA O CASO
Tudo começou, quando Amy utilizou sua conta pessoal no X para divulgar que a G2 voltaria ao servidor nesta quinta-feira (27), para enfrentar o MIBR no VALORANT Game Changers Championship Seoul 2025. Porém, ao escrever o post, a jogadora utilizou um emoji de macaco, símbolo considerado ato de racismo.
Nas redes sociais, Amy se desculpou com a comunidade brasileira, alegando não ter conhecimento sobre a relação entre o emoji como ato racista. Todavia, a ação da jogadora não repercutiu bem, e criou o clima indigesto para com os torcedores brasileiros.
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