O Spike Plant #20, que foi ao ar em 15 de fevereiro contou com as presenças de Felipe “Katraka” Carvajal da Gamelanders, Beatriz “Bia” Terra da Havan Liberty, Bruna “bnz” Sobieszczk da eRa Eternity e, do editor-chefe do site, Gabriel Melo, que comentaram sobre a importância da comunidade na criação do Women’s Community Festival (WCF) 2021.
- Australs multa jogadora que praticou injúria racial no servidor brasileiro
- Spike Plant #20: Jogadoras destacam cenário feminino com possibilidade de tags terem duas equipes no Champions Tour
- Vikings anuncia contratações de consu e nanaz
A WCF 2021 conseguiu arrecadar R$ 19 mil por meio da comunidade, que se uniu e realizou doações para aumentar a premiação total do evento. Gabriel Melo comentou:
“Essa movimentação da comunidade, não só do VALORANT, me surpreendeu bastante porque não era algo que eu esperava tanto”, Gabriel ainda complementou que “dessa vez eu fiquei mais surpreso, porque eu não esperava, pela minha vivência em esporte eletrônico, e nunca vi isso em outra modalidade que participei. Então fiquei surpreendido de forma positiva”.
Já bnz ressaltou a força da comunidade e o impacto que as próprias jogadoras fazem em se unir para evoluir.
“No começo eu esperava a comunidade se abraçar, porque eu vim de um jogo que o cenário feminino não é valorizado e o VALORANT vem de pouco a pouco abraçando o cenário. Acho que elas estão bem unidas em grande parte e foi um se unindo, aí outro foi compartilhando e virou essa bola de neve – graças a Deus deu tudo certo.”
Bia comentou sobre a repercussão que teve, possibilidades de empresas se interessarem e também incentivo que existe desde o início.
“Não sei se esperava da própria comunidade, achei que com toda a repercussão que teve algumas empresas iriam, talvez, dar uma atenção. Não achei que fosse diretamente a comunidade, mas dá pra ver o quão focado no cenário feminino a gente tá.”
“Desde o início com a Letícia Motta fazendo o primeiro Girl Power, a gente viu como aquilo teve um impacto enorme, sabe, de início de jogo, coisa que em outros jogos a gente nunca viu antes. O CS [Counter-Strike] demorou muitos anos para crescer o cenário feminino, League of Legends é quase inexistente e outros jogos tipo Overwatch também é quase inexistente. Pra mim foi uma surpresa, mas foi algo muito bom”.
Já Katraka comentou da velocidade em que o valor ficou alto, que a comunidade fez muito trabalho em poucos dias para arrecadar tudo.
“Vou bastante na linha que a Bruna falou. Acho que de certa maneira, se eu parasse pra pensar, talvez eu esperasse sim que houvesse um movimento da comunidade, mas eu não imaginaria que esse valor chegasse no valor que chegou mesmo. Foi muito rápido, coisa de dois três dias, e algo muito significativo. Tanto que a gente teve até que se envolver um pouco mais do que esperava logo de início, porque do valor alto do jeito que ficou, um valor bem significativo, você não pode simplesmente pegar o valor e repassar.”
“Mas eu fiquei muito contente, sem sombra de dúvidas, é algo que mostra que o VALORANT feminino vai ter um futuro brilhante, com toda certeza”, concluiu o técnico da Gamelanders falando sobre a WCF na Spike Plant.
Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo do VALORANT? Então, siga o VALORANT Zone nas redes sociais: Twitter, Facebook e Instagram.



