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Spacca opina sobre internacionalização das equipes brasileiras: “Pode ser o melhor caminho”

Caster da Riot divulga suas opiniões acerca do mercado de transferências do VALORANT brasileiro, segundo rumores das últimas semanas

João Victor
João Victor
3 de novembro de 2025
Capa: Reprodução/Bruno Alvares
Destaque spacca
4 min de leitura
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Guilherme “Spacca” Spacca veio a público tecer opiniões sobre o futuro das organizações brasileiras no VALORANT. Conforme rumores, a próxima temporada competitiva do jogo terá uma massiva mudança nas equipes nacionais, que deverão optar pela internacionalização do elenco, indicando a preferência por atletas norte-americanos, europeus ou do LATAM.

Contents
  • TRÊS PONTOS DE ATENÇÃO
  • FALTA NÍVEL NO CHALLENGERS BRAZIL?
  • Sacy encerra seu primeiro Subathon após 19 dias de live e 420 horas de stream ao vivo
  • MIBR e Team Liquid conhecem adversários na estreia do Championship Seoul 2025
  • MIBR é campeão do Game Changers Americas LCQ e garante vaga no mundial de VALORANT

Em vídeo publicado em seu canal pessoal no YouTube, Spacca indica que essa movimentação no mercado brasileiro mostra que as organizações estão crentes que internacionalizar o elenco “pode ser o melhor caminho possível para ter um resultado melhor” no VCT Americas e demais competições.

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TRÊS PONTOS DE ATENÇÃO

O caster da Riot Games aponta três motivos como os principais problemas que levam as organizações a tomarem medidas drásticas no elenco. Em primeiro lugar, Spacca destaca os vistos norte-americanos como a dificuldade de maior destaque no atual cenário brasileiro.

“Não é de hoje que atletas de esports do Brasil têm problemas com vistos americanos. Desde o CS a gente tem esse problema de visto e não tem o que fazer. A Riot tem o VCT Americas em Los Angeles, a sede é lá, mas as organizações brasileiras cansaram disso… Não dá mais para as organizações brasileiras dependerem do governo americano para emissão de visto” — Disse.

Perdeu alguma edição do Spike Plant ou quer apenas rever? Acesse nosso canal no YouTube ou confira a edição no Spotify!

Na sequência, Spacca elenca a inexperiência dos jogadores brasileiros como uma dificuldade encontrada pelas equipes. O caster diz que “Tem um fator ‘falta de experiência de vida’ para jogadores brasileiros quando saem daqui e vão para Los Angeles. O salto de carreira de um cara que está ganhando dois, três mil reais no Challengers e vai para Los Angeles ganhar 30 mil ou até mais, o cara se vislumbra”.

Conforme fala sobre a falta de dedicação de alguns jogadores que se destacam no Brasil, Spacca lembra que o país está longe das melhores organizações do VCT Americas. “A gente não é a G2, a gente não é a Sentinels, estamos longe disso. Olha os times brasileiros no nível que a gente tem no Americas e o quanto a gente tem dificuldade de vencer uma EG, de uma 100Thieves. Não da para comparar”.

FALTA NÍVEL NO CHALLENGERS BRAZIL?

Por fim, Spacca diz que o terceiro ponto primordial para as equipes brasileiras deixarem de olhar para o cenário local e partir para contratação de jogadores estrangeiros, se dá pelo fato do nível competitivo do Brasil estar abaixo do que se espera para o Tier 1 da modalidade.

“Eles entendem que hoje, o nível da liga, não existe nenhum jogador que está jogando o VCB, que não seja uma aposta. Nenhum jogador você vai colocar e falar ‘Se eu trouxer essa base de time de VCB que jogou muito bem, eu pelo menos pego playoffs do Americas’, não tem isso” — Comentou.

MARCADO:Destaquespacca
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