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Spacca fala sobre sinergia com XRM: “A gente é muito brother fora do jogo”

Confira a entrevista, concedida ao VZone, da dupla de casters do VALORANT na Riot Games

Pablo “XRM” Oliveira e Guilherme “Spacca” Spacca são dois dos principais casters de VALORANT da atualidade. Juntos, a dupla se tornou o rosto das transmissões da Riot Games e já somam anos de parceria dentro e fora do jogo. Em entrevista exclusiva ao VZone, ambos comentam sobre dia-a-dia, conexão entre si e agradecem o público por acompanhar e engradecer o trabalho de ambos.

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Analista e comentador das partidas transmitidas pelo VALORANT Esports Brasil, Spacca destaca qual o motivo pelo qual ele e XRM possuem tão grande conexão dentro da cabine de transmissão.

“A gente tem uma amizade de muitos já, desde a época que eu jogava na FURIA o XR já era um cara mais próximo dos competidores e a gente foi afinando isso conforme os anos foram passando. Eu falo que a gente tem um role que é difícil encontrar em uma dupla, a gente é muito brother fora do jogo e tem o mesmo pensamento. A gente gosta muito do jogo, a gente ama VALORANT” — Comentou Spacca.

Confira a entrevista completa com XRM e Spacca:

Ainda sobre isso, Spacca lembra que ambos se completaram no início de suas caminhadas na Riot. Afinal, o comentarista foi quem apresentou o VALORANT ao narrador, que por sua vez o conveceu a entrar na área de caster.

“O XR foi o cara que me puxou para a área de caster, e eu puxei o XR para o VALORANT. Ele era do CS e eu falava ‘irmão, vem para o VALORANT, você vai curtir, é daora’. E na época que eu trabalhava no marketing da Gamers Club, ele falava: ‘Vem fazer um campeonato aqui, você entende do jogo, tá diferente’. Então a gente se completa nesse ponto” — Completou.

COMPANHIA DE TRANSMISSÃO

Atualmente, XRM e Spacca formam a dupla de casters dos principais jogos do VALORANT Champions Tour (VCT). Após tanto tempo atuando juntos, o comentarista avalia que a transmissão dos jogos onde ambos estão presentes é balanceado. Sendo assim, existe a análise, mas com um clima de desconcentração em alguns momentos.

“A gente traz um clima na transmissão que é leve, mas, ao mesmo tempo, ele é meio analítico. Quando a gente tem que bater, a gente bate, e quando tem que se divertir, a gente se diverte. Porque, se não, quem está do outro lado, não quer só escutar o Spacca falando de tática o tempo todo, nem o XR gritando. Eles querem uma resenha mais leve” — Finaliza.

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