República em disputa é um simulador de eleições gratuito que coloca o jogador no comando de uma campanha presidencial inspirada na disputa brasileira de 2026. O título já está disponível para jogar direto no navegador, sem download, e divide a corrida entre as 27 unidades da federação e um mapa nacional, com estados-pivô, debates, feed de notícias e reta final.
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A proposta cabe em quatro verbos: escolha, cresça, negocie e vença. A partida padrão tem 30 turnos no primeiro turno, ou seja, 30 semanas para construir viradas; enquanto o segundo turno é curto, mais duro e mais polarizado. Os adversários não ficam parados, eles se movem, atacam e tentam crescer pelo mapa, e o objetivo final é montar uma maioria nacional.
ESCOLHA UM CANDIDATO OU CRIE O SEU
Antes de começar, o jogo pede duas definições: a quantidade de turnos e a candidatura. Dá para selecionar nomes já presentes no cenário presidencial de 2026, cada um com pautas prontas e um retrato próprio de forças e fraquezas, ou montar uma candidatura autoral do zero. Quanto mais turnos, mais espaço para recuperar terreno perdido no meio do caminho.
Na criação de candidato, o jogador define nome, nome curto, partido, posicionamento no espectro, perfil de discurso, base inicial, reconhecimento de partida, região onde o apoio aparece e até a cor da campanha. Uma candidatura autoral costuma nascer com intenção de voto baixa, o que transforma a partida em um desafio de construção gradual pelo mapa.

O QUE VOCÊ ADMINISTRA NA SEMANA
Cada turno funciona como uma semana de campanha com recursos limitados. O painel exibe verba, energia, cabos eleitorais e reputação, além de obrigar escolhas duras entre agenda de rua, rádio no interior e estrutura partidária. Antes de agir, você fixa o plano da semana e uma linha principal, como segurar base, crescer no centro, dominar a internet ou virar no interior.
São até cinco ações por semana, e o leque se renova no turno seguinte. Cada carta traz custo em verba e energia, o atributo que ela reforça e uma prévia do ganho estimado. O jogo ainda sinaliza o clima da semana, o humor do eleitorado e um objetivo específico, além de avisar quando aquele eleitorado está quente no estado que você selecionou no mapa.
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PASSO A PASSO PARA JOGAR
- Abra o simulador no navegador e aceite o aviso inicial sobre a natureza fictícia do projeto.
- Escolha a quantidade de turnos da campanha, lembrando que mais turnos significam mais semanas para virar o jogo.
- Selecione um presidenciável já disponível, com pautas prontas, ou clique em variar candidatura para criar a sua do zero.
- Defina o plano da semana antes de gastar qualquer recurso, já que ele favorece alguns movimentos e atrapalha outros.
- Execute até cinco ações, observando custo em verba, custo em energia e a prévia de ganho de cada carta.
- Encerre o turno, leia a nova pesquisa nacional e estadual e recalibre a estratégia para a semana seguinte.
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MAPA, PESQUISAS E FRAGILIDADES
O mapa colore os 27 estados conforme a liderança de cada campo e serve de bússola para decidir onde gastar a verba. O painel de pesquisa mostra o ranking nacional e a leitura estadual ao selecionar uma unidade; já o módulo de fragilidades reúne os pontos fracos de cada adversário, de rejeição elevada a baixa capilaridade fora de nichos digitais.
Eventos de calendário aparecem no meio da corrida e cobram decisão imediata. A temporada de convenções e palanques regionais, por exemplo, oferece três caminhos: priorizar montagem territorial, buscar foto grande com discurso nacional ou segurar estrutura e testar mensagens. Cada escolha muda o peso das semanas seguintes e o custo político da campanha.

OBRA FICTÍCIA E DE PARÓDIA
O próprio jogo abre com um aviso importante para quem for compartilhar prints e vídeos. O criador classifica o projeto como obra fictícia, satírica e de paródia, feita para entretenimento e simulação estratégica, sem compromisso jornalístico, informativo ou eleitoral. Nomes e referências reais aparecem apenas dentro dessa proposta humorística e ficcional.



