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pANcada fala sobre tempo longe dos campeonatos “É chato, mas necessário”

Jogador é um dos remanescentes mais experientes da equipe brasileira no VALORANT

Na tarde desta terça-feira (15) Bryan “pANcada” Luna esteve presente na coletiva de imprensa do VCT Americas 2025: Stage 2. O jogador da LOUD falou sobre preparação para o torneio regional, importância de tempo longe do competitivo e como se mantém no topo com tantos novos talentos surgindo no cenário.

Para pANcada, o tempo longe das competições é um processo difícil para os jogadores, mas pode ser proveitoso para uma equipe em processo de reformulação como no caso da LOUD.

“É uma via de mão dupla, né? É meio complicado dizer. Eu diria que talvez jogando campeonatos seria mais rápido (entrosar com a nova equipe), mas também não dá para dizer que é ruim você tirar esse tempo para treinar. Eu diria que é um pouco chato só. Todo mundo, obviamente, o jogador prefere estar competindo, então eu diria que esse tempo parado é um pouco chato, mas às vezes é necessário”, comentou.

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LOUD pANcada no VCT Americas
Foto: Reprodução/Colin Young-Wolff/Riot Games

Na sequência, o novo head coach da LOUD, Kaan “Leader” Taşpınar, destacou quais podem ser as maiores dificuldades da Verduxa para a disputa do VCT Americas no segundo split do torneio.

“Pode ser a diferença de jogos. Porque eu e o Robbie viemos do EMEA, e a forma como vemos o jogo é um pouco diferente comparado com os garotos e a equipe. E também o estilo da NA. Eu não acho que haverá um grande desafio. Pode ser apenas manter o nosso mental forte, e entender como conseguirmos voltar e mostrar a nossa verdadeira performance durante o tempo do palco”, analisou.

COMO SE MANTER NO TOPO

São muitos os novos nomes surgindo no cenário brasileiro de VALORANT e alguns já despontam como promessas no circuito do VCT, a exemplo de Rodrigo “spikeziN” Lombardi e Luis “basic” Henrique. Com isso, pANcada revela como faz para se manter entre os melhores jogadores das Americas.

“Obviamente, eu me dedico há muito tempo a esse jogo mecanicamente. Eu diria que VALORANT é um jogo fácil, então a mecânica você não perde. Mas eu colocaria o meu diferencial na experiência que eu tenho. Eu sinto que, no momento, essa daí é mais minha função agora, passar a experiência para os mais novos. Então, isso é uma coisa que ainda me dá um pouco mais de energia também para continuar jogando“, disse o controlador da LOUD.

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