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No VALORANT, as equipes brasileiras vão precisar ir para fora do país?

Os participantes ainda abordaram a questão de circuito aberto ou fechado

Pietro Santiago
Pietro Santiago
18 de novembro de 2020
Destaque
2 min de leitura
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Outro assunto discutido na 11ª edição do Spike Plant foi sobre o futuro dos times brasileiros no competitivo do Valorant. Assim como no CS:GO, as organizações vão precisar sair do país para atingir um nível mais alto ou é possível construir um cenário forte internamente.

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Os treinadores Carlos “CeVSUD” Picinato (paiN Gaming) e Rodrigo “Gatti“ Gatti (Vorax Fusion), e o analista Felipe “katraka” Carvajal (Gamelanders) participaram do debate e tiveram opiniões divergentes.

O coach da paiN acredita que o Brasil é uma das grandes potencias do jogo, então não enxerga como necessidade ter que sair do Brasil para disputar em alto nível.

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Por outro lado, Katraka e Gatti apostam em um futuro onde haja uma mescla. Um cenário forte interno, mas que existe a opção de buscar novos desafios no exterior.

“Se conseguir construir algo em território brasileiro, que seja bem proveitoso, que nos dê certeza que jogamos no alto nível e que quando tiver um Mundial você não vai ficar para trás, então não é problema. Agora essa é a equação principal. Não é como acontece no LoL e não precisa ser como acontece no CS:GO. Acho que existe um meio termo“, resumiu Katraka.

Para assistir a este e outros cortes do Spike Plant, se inscreva no canal da Gamers Club Media. Mas se você quer ouvir os episódios por completo, estamos no Spotify com a versão podcast!

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