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KRÜ destaca evolução e orgulho da equipe após 4º lugar no Championship 2025

Mesmo eliminada pelo MIBR, equipe sul-americana ressalta crescimento competitivo, amadurecimento individual e meta clara para voltar mais forte em 2026

A KRÜ Blaze encerrou sua participação no VALORANT Game Changers Championship 2025 nesta sexta-feira (28) na quarta colocação, após ser eliminada pelo MIBR por 2 a 0. Apesar da derrota, as jogadoras e comissão técnica da equipe sul-americana valorizaram a campanha e destacaram a evolução conquistada ao longo da temporada.

A treinadora brasileira Beatriz “Bebesita” Hornes demonstrou orgulho do trabalho realizado pela equipe. “Desde que entrei na KRÜ sinto que a cada ano chegamos um passo a mais em mundiais. Tenho muito orgulho das meninas e tenho certeza de que passo a passo vamos chegar ao Top 1”, afirmou a comandante, ressaltando a trajetória de crescimento consistente da organização.

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SENTIMENTO DE FRUSTRAÇÃO E ORGULHO

A brasileira Caue “dods” Fernandes também refletiu sobre o desempenho individual e coletivo no torneio. “Saio desse mundial com o mesmo sentimento do ano passado, mas com um pouco mais de orgulho. Ano passado saí mais frustrada; esse ano também estou frustrada, mas orgulhosa da campanha”, declarou a jogadora.

“Foi um ano muito difícil, perdemos muito, choramos muito, foi um ano muito bom e muito divertido de jogar. Saio frustrada, mas saio orgulhosa também. Não foi um ano fácil, mas conseguimos fazer muita coisa”, completou dods, demonstrando a intensidade emocional da jornada da equipe em 2025.

A brasileira ainda destacou o confronto contra a Karmine Corp como o ponto alto da campanha. “Foi literalmente a melhor série que já joguei na minha vida. A torcida da Karmine Corp estava muito divertida. Foi o melhor jogo, a melhor experiência que já vivi jogando VALORANT. Foi incrível”, celebrou.

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EVOLUÇÃO INDIVIDUAL E EQUILÍBRIO MENTAL

Constanza “conir” Reyes, que teve mais tempo de preparação com a equipe, falou sobre sua evolução pessoal e o ambiente construído pelas companheiras. “Acho que o principal foi a confiança e a consistência no jogo — me manter sempre focada em querer ser melhor”, explicou a atleta.

“O que esse time mais trouxe para mim foi equilíbrio nos meus pensamentos. Com esse time eu não pensava tanto nos riscos das partidas, sentia menos peso emocional. Então era muito mais fácil lidar com o jogo”, revelou conir, evidenciando a importância do suporte psicológico dentro da equipe.

Com o encerramento da participação no Mundial, a KRÜ já projeta 2026 com a confiança de que o trabalho desenvolvido ao longo desta temporada servirá como base para conquistas ainda maiores no cenário competitivo feminino de VALORANT.