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cortezia fala sobre preparação do MIBR ao Champions: “Vocês vão ver muita coisa nova”

Jogador brasileiro foi convidado especial do Revelando Área

O MIBR é a única equipe brasileira classificada para o VALORANT Champions Paris 2025 e fará sua estreia no maior evento mundial da modalidade. Em entrevista, Gabriel “cortezia” Cortez falou sobre como será a preparação dos jogadores para o torneio, o que o time precisa mudar para melhorar a performance e revelou mais sobre os preparativos.

Convidado especial do Revelando Área, programa semanal da Riot Games, cortezia destaca que o MIBR já está totalmente focado na preparação para o Champions, ainda que os treinos tenham se iniciado recentemente.

“A gente já está conversando desde quando soube que estávamos classificados. Estamos trazendo coisas novas, não só falando de composições, mas de táticas. A gente vem implementando coisas novas e eu gosto, porque eu acho que é isso que dá o susto. Vamos inovar, mudar algumas coisas dentro do jogo, e eu acho que isso vai fazer a diferença para a gente lá” — Analisa.

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Na sequência, o sentinela da equipe brasileira comenta sobre expectativas para trazer uma map pool sólida. Afinal, o melhor mapa do MIBR na temporada, a Icebox, saiu da rotação competitiva do VALORANT e não estará presente no mundial.

“Icebox é um mapa que todo mundo do time ama, que a gente tem muito entendimento e as funções de cada jogador encaixaram. É buscar isso nos outros mapas também, a gente está buscando encaixar as funções em todos os mapas, vocês verão algumas composições novas. Infelizmente a Icebox sai, mas a gente volta com uma Abyss que era muito boa nossa” — Completa.

DO FIM DE CARREIRA, AO TOPO DO MUNDO

Em reflexão sobre a sua trajetória no VALORANT, cortez lembra que estava prestes a desistir da carreira como pro-player e rumar para outra etapa da vida, antes de receber a proposta para participar do projeto MIBR.

“Literalmente no final do ano, eu tinha decidido parar de jogar. Durante um mês eu não jogava mais, eu recebi propostas de projetos para jogar e eu falei que não ia, porque eu ia fazer alguma coisa da vida… Eu só pedia a Deus uma oportunidade no Tier 1, e chegou para jogar com o aspas e poder ir para um Champions” — Lembra.

COMO LIDAR COM A PRESSÃO?

Em suma, o MIBR dependeu de uma série de resultados para chegar ao Champions e contou com o apoio declarado de jogadores de G2 e Sentinels para que o time brasileiro pudesse estar presente no campeonato mundial.

Como resposta para este esforço coletivo, cortezia diz que existe sim uma pressão por parte dele, para corresponder no torneio. “Eu acho que não é nem a pressão, mas eu tenho uma vontade de mandar bem por tudo o que esses caras fizeram. Eu realmente sou muito grato, não só pelo o que eles fizeram, mas por como eu fui recebido desde quando cheguei aqui”, diz o brasileiro.

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