A Havan Liberty deixou o VALORANT Masters Berlin sem conquistar uma vitória. Apesar disso, os jogadores pregaram o desenvolvimento que tiveram no período que ficaram na Europa. Gustavo “krain” Melara comentou que teve um grande aprendizado enfrentando grandes equipes do mundo e que isso será importante para a Havan no restante da temporada.
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“Foi uma grande curva de aprendizado e um grande processo de aprendizado para enfrentar diferentes estilos de equipes de outras regiões. Não combinava muito bem com o estilo visto Brasil. Mas este não é o nosso fim, pois ainda temos muito a mostrar“, disse o jogador em entrevista ao Sportskeeda.
Além disso, ele comentou a diferença de estilos entre o Brasil e outras regiões. De maneira crítica, krain afirmou que outras regiões aproveitam melhor os agentes.
“Diferentes equipes de outras regiões realmente sabem como e quando usar as habilidades. Então essa é a principal diferença nesse conhecimento“, afirmou.
Composição com iniciadores
Krain também explicou o motivo da Havan gostar tanto de usar iniciadores. Segundo o jogador, essa classe na composição é fundamental para colher informações para o time.
“Usamos muitos iniciadores porque é uma grande quantidade de informações que precisamos coletar e é por isso que fazemos isso para complementar as habilidades uns dos outros. No entanto, joguei com outros agentes iniciadores como KAY/O e Sova. Também gosto de jogar com duelistas“, explicou Krain.
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Por fim, krain comentou sobre sua parceria com Felipe “liazzi” Galiazzi. A dupla Breach e Jett funcionou em vários momentos do Masters. Ele explicou que essa composição funciona muito bem no Spike Site C da Haven.



