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Especial

“A gente vai de cabeça muito aberta contra a G2”, afirma Saadhak

A LOUD irá enfrentar a G2 pelas semifinais da chave superior

Ariela Vasquez
Ariela Vasquez
16 de abril de 2022
Capa: Lance Skundrich/Riot Games
Destaque
7 min de leitura
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A LOUD estreou com vitória em cima da Team Liquid nos playoffs do Masters Reykjavík 2022. Os brasileiros venceram por 2 a 1 e avançaram para a semifinal da chave superior. Em entrevista ao VALORANT Zone, o capitão Matias “Saadhak” Delipetro falou sobre a vitória, dificuldades da equipe e também sobre as expectativas sobre o próximo confronto contra a G2 Esports.

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A equipe da LOUD já estava classificada para os playoffs sem precisar disputar a Fase de Grupos, diferente da equipe europeia. Além disso, os brasileiros somaram 14 vitórias durante a 1ª etapa do VALORANT Challengers Brasil 2022 (VCB) e com o triunfo sob a Liquid, o time continua invicto no ano. Apesar da ótima campanha, Saadhak falou como foi a estreia e o sentimento pós-vitória.

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“Acho que agora, tomamos meio que o choque não de realidade, mas um choque de falar: cara, estamos jogando contra os melhores do mundo e em um torneio internacional. Acho que com certeza daqui pra frente vamos jogar melhor, não significa que vamos ganhar, mas vamos jogar melhor porque a gente teve muitos erros que não estávamos tendo, erros de comunicação, dentro do jogo, que pode ser pela estreia, pode ser por um monte de coisa. O próximo jogo deve ser mais tranquilo“, disse o argentino.

Lance Skundrich/Riot Games

Dificuldades de comunicação

O time abriu a série com vitória por 13 a 10 na Icebox, contudo, perderam o mapa de escolha que foi a Haven por 13 a 3. Questionado como foi a conversa do 1º para o 2º mapa, Saadhak falou que foi difícil a comunicação, já que estavam separados de dois jogadores.

“A realidade é que estamos separados, Less está em um quarto e aspas no outro e nos manter unidos foi difícil, querendo ou não. Nós cometemos um erro que depois arrumamos do 2º para o 3º mapa, a gente ficou na call, todo mundo conversando e trocando ideia do que iríamos fazer“, explicou.

A LOUD mostrou dificuldades na Haven, a equipe conseguiu fazer dois rounds de ataque e apenas um de defesa, que foi o round de pistola. Segundo o argentino, a equipe não conseguiu recomeçar para um novo mapa, algo que não tinha acontecido antes.

“A gente não conseguiu ter um bom reset do primeiro para o segundo mapa, querendo ou não nós somos um time novo comparado a todos esses outros que já estão algum tempo juntos. Esse é um erro de time novo, não poder resetar de um mapa para o outro. É uma coisa que vamos trabalhar, que não tínhamos percebido isso porque não tinha acontecido no Brasil, mas aqui aconteceu, seja estreia, palco, o que for, não conseguimos resetar.”

No terceiro e decisivo mapa, a primeira metade na Ascent ficou 6 a 6, Saadhak, apontou para alguns erros que a equipe teve, principalmente as rodadas perdidas que eram de compra forçada ou econômica da Liquid.

“Acho que tivemos um pouco de comunicação ruim, tomamos muitos rounds bobos que não era para termos perdido, round econômico, coisas assim, por exemplo na Haven, ganhamos o pistol da defesa e depois tomamos o anti-eco. Esse round a geralmente não toma, é bem difícil, mesmo nos treinos, mas aqui aconteceu.”

Foto: Lance Skundrich/Riot Games

Covid-19 e duelo contra a G2

A LOUD não jogou no palco na estreia, isso porque o time teve dois casos de COVID-19 confirmados, do Less e do aspas. Saadhak comentou que o imprevisto atrapalhou a preparação do time, mas que se prepararam da melhor maneira que conseguiram.

“Com certeza posso falar que atrapalhou sim, porque a nossa dinâmica de grupo é muito boa e não ter eles (aspas e Less) do meu lado, não ver o que eles estão fazendo ou pensando mudou muito como a gente lida com muitas situações. Porém, tentamos nos prepararmos do melhor jeito possível e, sim, atrapalhou, mas o jogo é jogado, são coisas que acontecem.”

Essa é a segunda vez que Saadhak e Gustavo “Sacy” Rossi estão disputando um Masters. Em 2021, a dupla jogou o Masters Reykjavík pela Team Vikings. O capitão comentou que a equipe chegou mais preparada para essa competição em questão de experiência.

“Estamos mais preparados porque temos mais experiência, porém com esses novos acontecimentos, por exemplo o lance da COVID-19, não estávamos esperando, porém conseguidos lidar. Acho que chegamos mais preparados com certeza, mas temos que saber que ainda somos uma região que não está tão boa, então quando chegamos aqui na Europa, tivemos um choque de realidade com os treinos, composições de agentes, estamos preparados, mas ainda falta.”

O próximo confronto da LOUD será contra a G2 pela semifinais da chave superior. A partida será neste domingo (17) às 14h de Brasília. Saadhak falou que o time chegará mais tranquilo para o jogo e que ainda terão outra chance caso percam o confronto.

“A gente vai de cabeça muito aberta contra a G2, na minha opinião a G2 é o melhor time da Europa, nesse momento para mim foi a FunPlus Phoenix (FPX), mas ela não está (presente), mas é o melhor time europeu. Vai que eles (G2) sejam o melhor time ou um dos melhores times do campeonato, nisso vamos (para o jogo) pra aprender, pegar experiência de nós porque querendo ou não, estamos aprendendo com nós, como olhamos em situações extremas, como vemos a estreia, como vemos jogando com pressão. Se a gente ganhar, perfeito, se perdemos, tudo bem, temos uma segunda chance e está tudo bem.”

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