Uma situação inusitada envolvendo VALORANT, chamou atenção nas redes sociais após a invasão dos Estados Unidos à Venezuela no último sábado (3). O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, ao divulgar um balanço sobre os acontecimentos no país vizinho através do WhatsApp, expôs acidentalmente o nome do grupo: “Valorant Team”, que inclusive exibia a logo oficial do game competitivo.
- Perfil do VALORANT faz publicação enigmática e comunidade sugere mudanças na Viper; entenda
- Leviatán anuncia elenco Academy com ex-jogadora do Game Changers LATAM
- Main de Harbor critica rework e aponta o que Riot errou no VALORANT
Veja o tweet de Gustavo Petro, presidente da Colômbia:
A revelação gerou uma enxurrada de comentários e especulações nas plataformas digitais. Especialistas em segurança digital e usuários comuns debateram intensamente sobre o motivo da escolha do nome. A teoria mais aceita é que o grupo utilizaria um nome fake inspirado no popular jogo para evitar chamar atenção de possíveis interceptações, funcionando como uma espécie de código ou camuflagem digital.
Quer ficar por dentro de tudo o que acontece no mundo do VALORANT? Então, siga o VALORANT Zone nas redes sociais: Twitter, Facebook, Instagram, Threads e Bluesky.
Porém, a estratégia acabou tendo o efeito contrário. Ao compartilhar publicamente a captura de tela, Petro expôs inadvertidamente o método de comunicação utilizado para discutir a crise venezuelana. A imagem rapidamente viralizou entre a comunidade gamer e usuários de redes sociais, transformando VALORANT em um dos assuntos mais comentados do fim de semana, mesmo sem qualquer relação direta com os eventos geopolíticos.
Perdeu alguma edição do Spike Plant ou quer apenas rever? Acesse nosso canal no YouTube ou confira a edição no Spotify!
A Riot Games não se pronunciou oficialmente sobre o uso da marca de seu jogo em contextos políticos.
INVASÃO DOS EUA A VENEZUELA
Em uma ação militar surpresa, os Estados Unidos invadiram a Venezuela com o objetivo declarado de restaurar a democracia e desmantelar o regime de Nicolás Maduro. A operação começou com ataques aéreos coordenados e o avanço rápido de tropas terrestres sobre Caracas e outras cidades estratégicas. Em poucos dias, as forças norte-americanas dominaram pontos-chave do país.
Durante a ofensiva, o ditador Nicolás Maduro foi capturado por unidades especiais e levado sob custódia para os Estados Unidos. Segundo fontes oficiais, ele responderá por crimes de corrupção, tráfico de armas e violações de direitos humanos em tribunais internacionais. Sua prisão foi confirmada por Washington e gerou reações diversas em toda a América Latina.
A intervenção norte-americana provocou protestos e manifestações em várias capitais, enquanto a ONU pediu o fim dos conflitos e a abertura de corredores humanitários. Um governo interino, apoiado por Washington, tenta agora reorganizar as instituições, mas enfrenta forte resistência de grupos leais ao antigo regime e de parte da população civil.