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Leader analisa nova derrota da LOUD: “Ainda estamos nos adaptando ao nosso estilo de jogo”

Técnico da equipe brasileira falou com exclusividade ao VZone

Kaan “Leader” Taşpınar chegou para ser o Head Coach da LOUD no VALORANT em 2025. O treinador turco recebeu sua primeira oportunidade no Tier-1 da modalidade e, em entrevista ao VZone, comentou sobre primeiros passos, dificuldades no processo, além da derrota sofrida para a 100Thieves no último domingo (10), pelo VCT Americas 2025: Stage 2.

A LOUD teve um excelente início de série na partida diante da 100T, porém, a equipe brasileira sofreu a virada nos mapas seguintes e Leader justifica o que faltou para concretizar a vitória.

“Nosso ponto forte é conseguir entender o objetivo do inimigo, o que eles estão planejando e qual será o próximo passo. A gente falha no básico: entendemos a estratégia macro deles, sabemos o que vão fazer, mas não conseguimos seguir o plano. Por exemplo, no lado CT, a gente arrisca colocando três pessoas em um ponto, porque sabemos que eles vão entrar. Só que nossa posição não é a melhor, ou o nosso plano seguinte não é o ideal. Alguém acaba não entendendo o que está acontecendo na hora do ataque, qual habilidade usar para anular a jogada, quem eu devo proteger, etc.” — Explicou.

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CONFIRA A ENTREVISTA COMPLETA, NA ÍNTEGRA:

DIFERENÇAS ENTRE EMEA E AMERICAS

Formado como coach na região do EMEA, Leader ainda está se adaptando à troca de país e ao estilo de jogo aplicado nas Americas. Desse modo, o treinador da LOUD expõe sua opinião sobre quais são as principais diferenças entre as duas regiões.

“Acho que a dificuldade é que as equipes daqui não estão tentando se adaptar ao inimigo, ao oponente. Foi isso que notei. Eles jogam mais o próprio jogo, mas, individualmente, mostram boa adaptação. Muitas vezes, vejo boas iniciativas dos jogadores adversários. Isso também pode ser arriscado, vejo algumas situações meio 50-50, mas funciona porque a gente não espera. É um estilo de jogo diferente. No EMEA, eu estava no Game Changers e, para mim, o estilo de jogo lá é um pouco mais organizado” — Analisa.

JÁ ESTÁ ADAPTADO À CULTURA?

Como citamos anteriormente, esta é a primeira experiência de Leader como coach fora do EMEA. Chegando em uma organização brasileira, o treinador diz ser fã do famoso guaraná e que também curte as músicas do país, como o funk, além de rasgar elogios aos fãs da organização.

“Não sei o nome, mas eu gosto muito dessa bebida (se refererindo ao guaraná). Eu bebo todos os dias. E estou pedindo ao meu gerente: ‘Por favor, podemos conseguir mais disso?’. Eu já gosto de música brasileira, tipo esse funk, sabe, que é mais animado. Além disso, sobre a organização, acho que os fãs são ótimos. Eu sei que eles querem que a gente vença, e às vezes eles mostram, tipo, ‘e aí, o que vocês estão fazendo?’, etc. Mas eu acho que é algo bom para nos manter em forma” — Brinca.

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